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Quarta-feira, Dezembro 30, 2009

Mário Pinheiro - Odeon - Vídeo

Olá amigos do Acervo Origens

Após um ano de muito trabalho, deixo vocês com a nossa última publicação.

Este é meu Pai, Mario Pinheiro, com seus 68 anos tocando Odeon (Ernesto Nazareth).
 
Bom Proveito e um 2010 repleto de realizações !!  
Cacai Nunes



Sexta-feira, Dezembro 18, 2009

Forró Lorota Boa - Vídeo



Forró Lorota Boa dia 15.12.09 na Choperia do Sesc Pompeia - SP tocando Forró do Sertão (Anastácia - Dominguinhos).

George Lacerda: Voz e Triângulo
Cacai Nunes: Viola Caipira
Juninho Ferreira: Sanfona
Vavá Afiouni: Baixo Elétrico
Rafael dos Santos: Bateria



Bom Proveito !!







Terça-feira, Novembro 24, 2009

Cacai Nunes Quarteto realiza shows na África e Europa


CACAI NUNES QUARTETO FAZ SHOWS INTERNACIONAIS

O Violeiro Cacai Nunes e seu quarteto formado por Juninho Ferreira na sanfona, Vavá Afiouni no baixo elétrico e George Lacerda na percussão iniciam mini turnê internacional na próxima semana. A convite do Itamaraty, vão se apresentar nos dias 27 e 28 de novembro em Bamako, capital do Mali e dias 30 de novembro e 01 de dezembro em Paris.


 Pernambucano criado em Brasília, Cacai Nunes começou seus estudos de viola caipira em 2001 e desde então vem desenvolvendo uma linguagem musical contemporânea, com a cara de Brasília. Com seu instrumento de tradição rural, Cacai Nunes mostra novas possibilidades musicais, com um olhar mais urbano.


 O show de Cacai Nunes terá 2 formatos diferentes. No primeiro, todo instrumental, o músico e seu grupo mostrarão músicas lançadas no Cd O Avesso em 2006, choros de Chiquinha Gonzaga e Jacob do Bandolim e baiões de Dominguinhos, Oswaldinho do Acordeon e Hermeto Pascoal. No segundo, o percussionista George Lacerda assume os vocais e o grupo apresentará um repertório de forró pé de serra, com músicas de Luiz Gonzaga, Marinês, Jackson do Pandeiro e outros compositores da música nordestina.



AGENDA

·         27 e 28 de novembro –  Feira Internacional de Bamako – Bamako, Mali
·         30 de novembro – Maison du Brésil  -  http://www.maisondubresil.org/
·         01 de dezembro – Favela Chic Paris  -  http://www.favelachic.com/paris/



Contatos:
55.61.78136248 / 55.61.3202.0081

Sábado, Outubro 17, 2009

Cacai Nunes Quinteto - Vídeos



Novos vídeos desse violeiro que vos escreve.
Agora com novo integrante na trupe, Juninho Ferreira na sanfona, tocamos no Clube do Choro de Brasília no dia 28.09.09.



Bom e Bonito (Oswaldinho do Acordeon)



Morena do Mar (Dorival Caymmi) 



Bom Proveito !!

Segunda-feira, Outubro 05, 2009

Acervo Origens no Rio de Janeiro

Olá amigos do Acervo Origens.

Estou de malas prontas a caminho do Rio de Janeiro.
Vou participar do BRASIL RURAL CONTEMPORÂNEO que irá acontecer de 7 a 12 de outubro na Marina da Glória.
Além de fazer um show solo de viola no Coreto do evento, vou discotecar o nosso acervo no palco principal que em sua programação terá shows de Gilberto Gil, Bule Bule, Carlinhos Brown, Otto, Tanghetto, Chico César e tantos outros artistas.

Confiram a programação no www.mda.gov.br/feira2009


Abraço
Cacai Nunes


Domingo, Setembro 06, 2009

Campanha Fotográfica África em Nós

         A campanha fotográfica África em Nós, criada pela secretaria de Estado da cultura de São Paulo convoca toda população paulista a participar através da fotografia, no que ela vê, sente e compreende sobre a presença e a herança africana no dia a dia.


O tema é a própria África, o continente mãe. Como perceber os sinais africanos? Quais os sinais perceptíveis em nossa cultura? Cada participante deve realizar sua foto mostrando como vê e sente esta África que existe perto de nós.

Visite o site da campanha www.africaemnos.com.br para ler o regulamento e participar. Fotógrafos amadores ou não podem mandar suas fotos até dia 15 de Setembro.


O curador responsável é o fotógrafo renomado Walter Firmo e a organização é pela Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias.


Quinta-feira, Setembro 03, 2009

Luiz Gonzaga - Vídeo


Olá amigos do Acervo Origens.

Desculpem-nos pela demora em atualizar o nosso conteúdo.
Estamos nos estruturando para melhorar nosso Blog e em breve teremos boas novas pra vocês.

Vou deixando um belo achado do nosso Luiz Gonzaga em vídeo.


Trata-se de uma participação dele no filme "Sem Essa, Aranha" (1970), de Rogerio Sganzerla cantando Boca de Forno (Tânia).
Está música está no LP "Sertão 70" lançado pela RCA-Victor.

Este vídeo foi originalmente postado no Youtube por PARENTE e reeditado pelo Acervo Origens.

Bom Proveito !

Terça-feira, Setembro 01, 2009

Natura Musical - Últimos dias

Vocês conhecem o Natura Musical? É um programa que já apoiou mais de 100 projetos de música brasileira de todos os cantos do país! Qualquer projeto que faça da música um veículo de bem estar pode se inscrever no Edital Nacional 2009.



Quarta-feira, Julho 29, 2009

O Jovem Luiz Gonzaga - Dica de Livro

Livro retrata com detalhes e romantismo a vida de
Luiz Gonzaga, sanfoneiro mais venerado do país

Nahima Maciel do Correio Braziliense

Publicação: 29/07/2009 07:56 Atualização: 29/07/2009 08:14


Luiz Gonzaga estava com 18 anos quando entrou para o Exército. Apesar de tocar sanfona muito bem, não sabia ler partitura. Acabou condenado a entoar corneta na banda militar. Afinal, corneteiro não precisava ler as notas e o maestro era severo: quem não entende a pauta musical não pode tocar instrumento na banda. Ironicamente, anos mais tarde Luiz Gonzaga se tornaria o sanfoneiro mais conhecido e celebrado do Brasil. Quando isso aconteceu, já era capaz de ler partitura, mas não foi com a educação formal que as raízes musicais foram plantadas. Essas sementes começaram a florescer muito antes, durante a infância em Exu (1)(PE), onde nasceu. O escritor Roniwalter Jatobá mergulhou nessa infância para escrever O jovem Luiz Gonzaga, o 10º volume da coleção Jovens Sem Fronteiras que a Editora Nova Alexandria lança na próxima semana.


A história do sanfoneiro proibido de tocar porque não lia partitura está entre as mais interessantes do livro, mas é com uma das últimas apresentações de Gonzaga que Jatobá dá início à história. Doente e debilitado pelo câncer, o compositor subiu ao palco em Senhor do Bonfim sem conseguir empunhar a sanfona. Fraco demais, apenas cantou. A cena é contada com detalhes pelo escritor. Há diálogos, pensamentos e muitas descrições, característica que se estende a todo o livro. “Tem muito diálogo para facilitar a leitura porque é uma coleção dirigida a jovens e o texto tem que ser agradável, direto. Busco mais informações por intermédio do que já foi publicado, mas me dou o direito de fantasiar um pouco nesses diálogos, porque é diferente de uma biografia, que tem que ser certinha. Ficcionalizo um pouco em cima de algumas coisas, mas não fujo dos detalhes, não mudo o que aconteceu”, avisa Jatobá, autor de O jovem JK, O jovem Che Guevara e O jovem Fidel, da mesma coleção. Após dois anos de pesquisa que incluiu, além da leitura de todas as publicações sobre o sanfoneiro, visitas aos locais por onde passou e conversas com personagens que o viram no palco, o escritor passou tudo para o papel com a intenção de ressaltar a força de vontade que sempre guiou o músico. “Tento mostrar ao jovem o que o biografado fez para alcançar seus objetivos. No caso do Gonzaga, mostro as dificuldades, mas também a força de vontade que, se ele não tivesse, não teria conseguido tudo o que conseguiu.”

Essência
No entanto, o escritor não se prende a roteiros cronológicos. A leveza de O jovem Luiz Gonzaga vem dos saltos no tempo praticados pelo autor, que narra como se estivesse presente nas cenas descritas e devota especial atenção à infância do sanfoneiro. “O mais importante foi a vivência dele em Exu, onde conseguiu captar toda a essência de sua vida. Essa primeira infância foi fundamental. Ele aprendeu a tocar enquanto escutava o pai e depois usou isso na sua música. Em outro momento importante, ele foge de casa e vai para o Exército. Lá, aprendeu alguma coisa no sentido de conhecer o mundo e viajou muito pelo Brasil.” Mais tarde veio o sucesso. Para consegui-lo, Gonzaga percorreu caminhos tort
os. No Rio, participava de concursos de rádio como sanfoneiro. Não tocava o forró pé-de-serra, sua marca e melhor performance, mas um repertório colhido em outros universos. Tango e outros ritmos costumavam pautar suas apresentações até resolver mostrar as suas raízes nordestinas. Foi então que o nome de Luiz Gonzaga ganhou o Brasil.

O sucesso veio acompanhado de altos e baixos. Jatobá conta que o sanfoneiro nunca entrou em baixa no Nordeste. Nas metrópoles, era diferente. Se não estivesse na mídia, acabava ignorado. “De repente ele desaparecia e depois reaparecia. Nos anos 1970, as universidades redescobriram Gonzagão, mas o auge foi nos anos 1950 e 1960. Mesmo assim, ele sempre viajava pelo interior do país, tocava em cinema, praça pública, circo, onde tivesse lugar para se apresentar.” O mais precioso na figura do compositor, no entanto, era generosidade. “Era um cara brincalhão e solidário com todo mundo. Não deixou grandes fortunas porque dava tudo. Se encontrava um cara com talento tocando nas feiras, mandava ele para a própria casa, no Rio. E tinha uma preocupação muito grande com a sua cidade de origem.”

» 1 - EXU
Gonzaga nasceu em dezembro de 1912 na fazenda Caiçara, no município de Exu, interior de Pernambuco. Hoje a casa é um museu e Exu abriga um centro cultural chamado Asa Branca, em homenagem à música mais conhecida do compositor.

» Leia trecho do livro O jovem Luiz Gonzaga
"Manhã de sábado, 18 de junho de 1988. Uma camioneta Chevrolet Veraneio 1984, de cor bege, cruza a ponte Presidente Dutra – a divisa das cidades de Petrolina, em Pernambuco, e Juazeiro, na Bahia. Sopra um vento frio vindo das margens do rio São Francisco, de época de inverno, mas o calor que chega de outra direção, das terras áridas da caatinga, ao norte, logo vai aquecer o asfalto da estrada de rodagem.

Os cinco passageiros que lotam o veículo são músicos. Entre eles está Luiz Gonzaga, o mais famoso sanfoneiro do país, que vai se apresentar à noite na abertura das festas juninas de Senhor do Bonfim, a cerca de 120 quilômetros de distância. A Veraneio segue devagar. Desde que sofrera dois acidentes de carro, muitos anos atrás, Gonzaga sempre reclama quando o motorista pisa forte no acelerador.

Depois da ponte Presidente Dutra, já em terras da Bahia, a Veraneio entra na BR-407. O carro roda deixando para trás a cidade de Juazeiro. Sentindo um ligeiro mal-estar, Gonzaga aprecia a paisagem à beira da estrada, ali de extrema penúria.

– Aqui é pior do que Exu – comenta.

Um dos músicos gargalha. – Pensa que é brincadeira?

A estrada corta o meio da caatinga, de vegetação árida, de solo seco e pedregoso. De vez em quando, se vê um bode ou uma cabra que pasta perto do acostamento ou um raro pássaro em busca de água e comida.

– Se Exu fosse assim eu não teria sobrevivido – diz Gonzaga.

O carro passa por um entroncamento, à esquerda, que segue para as minas de cobre da Caraíba Metais.

– Por ali dá para se chegar a Euclides da Cunha. E também em Canudos, terra do Conselheiro – ensina Gonzaga, que conhecia meio mundo – Sem asfalto, estrada de terra.

Bem mais adiante, os passageiros cruzam com a pequena cidade de Jaguarari, próxima a Senhor do Bonfim.

Dali em diante, a natureza muda de água para vinho. Em lugar de chão pedregoso e vegetação catingueira, surgem terras férteis, morros verdejantes, nessa hora cobertos de nuvens de chuva.

– Exu é assim – diz Gonzaga, depois gargalha e aponta o dedo para o agrupamento de morros e grotas da serra do Gado Bravo, extensão da Chapada Diamantina, na cordilheira do Espinhaço, e segue em direção a Minas Gerais.

– Pé de serra.

A Veraneio passa pela rodoviária de Senhor do Bonfim.

– O movimento aqui já está grande – diz um dos músicos. – À noite o show vai lotar – completa Gonzaga.

Quarta-feira, Julho 15, 2009

Roberto Corrêa e Cacai Nunes - Vídeo


Depois de longos 3 anos, estou assistindo as imagens do show de lançamento do meu 1º Cd, O Avesso, que foi lançado dia 08.08.06 no Teatro dos Bancários em Brasília.

Aos poucos vou editando o material e colocando na rede, pra todo mundo.


Por enquanto fiquem com esta bela música do Mestre Roberto Corrêa, que fez uma bela participação neste dia tão especial para mim.

Estamos tocando Ingrisia na Folia de Roberto Corrêa.

Bom Proveito !!

Sábado, Junho 13, 2009

Samba de Coco Raízes de Arcoverde - Vídeo


Mais um vídeo exclusivo do Acervo Origens pra vocês.
Desta vez é o Coco Raízes de Arcoverde durante a Feira da Müsica Independente na Sala Villa Lobos em Brasília , no dia 04 de maio de 2007.

Aproveitem !


Quarta-feira, Junho 10, 2009

Beija-Flor e Rouxinol


É hora do desafio de emboladores aqui no Acervo Origens

Rapa de Pipa

Este Lp foi recém adquirido em viagem a Recife.
Não conhecia os dois repentistas, mas ouvindo o disco, foi uma ótima escolha.
Destaque para "Cuidado Cantor", "Farrape não" e "Paraná, Paraná" que é um verdadeiro desafio de cantadores.















Pesquisando na Net sobre os dois repentistas, achei este vídeo em que Beija-Flor se apresenta com outro repentista, Oliveira.
Estas imagens fazem parte do documentário "Nordeste: Cordel, Repente E Canção (produção de Tânia Quaresma, 1975)". Este também é o nome de um belo e raro LP com produção da mesma Tânia Quaresma e que conta com participação de Caju e Castanha (respectivamente com 12 e 7 anos), Cego Oliveira, Otacílio Batista, Zé Ramalho, Diniz Vitorino e outros.

Bom Proveito !





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